domingo, 1 de fevereiro de 2015

PATRIA - Hymns of Victory and Death - 2009

BANDA: PATRIA
ALBUM: Hymns of Victory and Death
ANO: 2009
LOCAL: Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul
GÊNERO: Black Metal
Site: facebook.com/blackmetalpatria

FORMAÇÃO PARA ESSE MATERIAL:
Triumphsword - vocals
Mantus - drums
Kehrwald - guitars
Käffer - bass

FAIXAS:
1. Darkness Arise
2. Hymns of Victory And Death
3. Old Blood Legacy
4. Unholy Cold Crypts
5. Here Comes the Winter
6. Third Circle
7. Immortal Hate
8. Patria
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Patria - Hymns of Victory and Death - 2009

NOTAS:
Cd limitado em 500 cópia numeradas a mão.
A Versão em Tape K7 foi lançada pela Sword Productions in 2009. (SWO-024)
PATRIA [Pátria] não é sobre um país, raça, 
políticas ou pensamentos regionais. 
É sobre ódio, sangue, morte e paixão!!!
Uma grande união pelos caminhos de danação e ascensão da escuridão! 
Esta é nossa casa, nossa terra, isto é nosso
REAL Patria orgulhoso!!! 
***
PATRIA, do Rio Grande do Sul, é daquelas bandas que trazem satisfação a todos que buscam aquela velha essência, onde firulas infinitas e minimalismos são descartados totalmente em prol de uma sonoridade crua, agressiva e onde as melodias e harmonias musicais, elementos que compõem a música junto ao ritmo, não estão ali para amenizar o som, mas para torná-lo o mais bruto e cru possível, e a autenticidade da banda é sensível em cada segundo deste ótimo CD, que foi seu debut para o mundo.
O lado artístico é bem simples, evidenciando que o que estamos por ouvir não compactua com os padrões estabelecidos atualmente no estilo, a gravação é suja, embora de forma alguma deixe os instrumentos sumirem em meio à uma massa sonora sem sentido, pois ouve-se cada um deles muito bem, e a formação da banda que gravou este CD é só com feras com anos de estrada e história no Black Metal: Käffer no baixo (do ENTERRO, COLDBLOOD, ex-MYSTERIIS, ex-IMPACTO PROFANO), Kehrwald nas guitarras, Triumphsword nos vocais (do THORNS OF EVIL), e Mantus na bateria (ex-MYSTERIIS, DARKEST HATE WARFRONT, entre outros), então, só podíamos esperar coisa boa. E é coisa boa, muito boa, o que os fãs ouvirão, e garanto que nenhum fã da velha escola da Noruega ficará decepcionado.

A intro ‘Darkness Arise’ prepara o terreno para a faixa-título, ‘Hymns of Victory and Death’, uma faixa rápida e bem crua, à lá MAYHEM, com riffs de guitarra bem simples, mas diretos, como o finado Euronymous bem sabia fazer. Em ‘Old Blood Legacy’, vemos uma faixa mais cadenciada, mas é extremamente crua e tem aquele ‘climão’ frio e soturno que todos os fãs de Black Metal não vivem sem doses dele, e aqui, elas são bem generosas, meus caros. ‘Unholy Cold Crypts’ retoma a agressividade de antes, com Mantus descendo o braço em seu kit de bateria. ‘Here comes the Winter’ é uma pequena faixa climática com guitarras, e ‘Third Circle’ é uma música que poderia tranqüilamente estar no primeiro disco do MYSTERIIS,’About Christian Despair’, pois é um clássico imediato devido à interpretação de Triumphsword. ‘Immortal Pride’ é mais uma ótima amostra de pura agressividade, pois os riffs de Kehrwald a tornam algo de absurdo, em tenho certeza que fará vários bangers agitarem a ponto de doer seus pescoços. Fechando os pouco mais de 30 minutos do CD, vem um outro climático, ‘Patria’, vociferado de forma esplendorosa por Triumphsword, com som de trompas ao fundo dando aquele clima de uma guerra que se aproxima...

Indicado aos saudosistas, ao fãs do Black Metal mais cru e de raiz possível, ou para todos aqueles que acreditam que o Metal Nacional tem grandes nomes e que se pode fazer um trabalho simples, direto e de bom gosto nestas terras.

Detalhe: este CD só tem 500 cópias prensadas e numeradas a mão
Fonte: Resenha - Hymns of Victory and Death - Patria

Ravenous Darkness - Patria e In Nomine Belialis - 2014

BANDA: PATRIA 
ALBUM: Ravenous Darkness split
ANO: 2014
LOCAL: Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul
GÊNERO: Black Metal
Site: https://www.facebook.com/blackmetalpatria

BANDA: In Nomine Belialis
ALBUM: Ravenous Darkness split
LOCAL: Belo Horizonte, Minas Gerais
GÊNERO: BLACK METAL

FORMAÇÃO PARA ESSE MATERIAL:
In Nomine Belialis
K.W.V.A. Guitars, Bass, Vocals
Demogorgon Guitars, Vocals
Nefastus Porphir Vocals, Drums
*
Patria
Mantus Guitars, Bass, Drums
Triumphsword Vocals

FAIXAS:
1. Patria - Wendigo (Introduction)  
2. Patria - The Fire Bearer  
3. Patria - Temple of Infidels  
4. Patria - Culte des Ombres, La Mort Arrive  
5. Patria - At Darkest Night (Rehearsal version)  
6. In Nomine Belialis - Intro  
7. In Nomine Belialis - Ascension of the Antichrist  
8. In Nomine Belialis - Haunted  
9. In Nomine Belialis - Faded to Oblivion  
10. In Nomine Belialis - Legiões Impuras

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Ravenous Darkness - Patria e In Nomine Belialis

NOTAS:
Split CD contendo 10 músicas das bandas Patria e In Nomine Belialis (5 Patria + 5 In Nomine Belialis) 
interessados na aquisição entrar em contato pelo e-mail: innominebelialisoficial@gmail.com ou https://www.facebook.com/innominebelialis



domingo, 11 de janeiro de 2015

Panic - Best Before End - 1992

BANDA: Panic 
ALBUM: Best Before End
ANO: 1992
GÊNERO: Thrash/Death Metal
LOCAL: PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL

MEMBROS:
Eduardo Martinez Guitars
Paulo Neto Bass, Vocals
Cláudio Calcanhoto Drums
Victor Nichele Guitars

FAIXAS:
1. Best Before End 04:08  
2. Hannibal the Cannibal 04:58  
3. Twilight in Samarra 03:13  
4. No York, No York 04:50  
5. Fuck & Die 00:57  
6. Only the Strong Survive 05:36  
7. Equal People 05:30  
8. Time to Die 04:41  
9. Noise Kills 03:56  
10. Shoobydahbydoobah 03:21

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Panic - Best Before End

NOTAS:
O Panic é uma banda gaucha formada em Porto Alegre em 87.
Fazem um Thrash/Death Metal poderoso, com alguns otimos solos de guitarra, e as faixas que mais se destacam Neste Best Before End são Hannibal The Cannibal, Noise Kills e a estranha mas muito legal Shoobydahbydoobah, que é cantada em Portugues e na letra dizem "Porto Alegre é meu Lar" e termina de uma maneira digamos " diferente" do resto do album.
Um Album que tocava todos os dias em todas as Rádios de Metal do Brasil e do Mundo.
Merece nosso Respeito.



Lustful - Profane - 2007

Banda: Lustful
Album: Profane
Ano: 2007
Genero: Death Metal
Local: Belo Horizonte, Minas Gerais - Brasil
Site: www.facebook.com/pages/Lustful/184985924885412

Membros:
Márcio Siqueira Drums
Freddy de Marco Guitars
Rodrigo de Carya Vocals
Fernando Fernández (R.I.P. 2009) Guitars
Josias Rodrigues Bass

Faixas:
1. The Dogma Child 03:51  
2. The Chosen One 03:07  
3. Beyond Your Lies 03:07  
4. Hall Of Tormented Souls 02:32  
5. Mother Beast 02:45  
6. Cruelty 02:07  
7. Sadomasochism XXI 02:49  
8. Masquerade In Hell 03:54  
9. Fetish 00:41  
10. Killing Whispers 02:02  
11. The Existence Of God's Curse 02:56  
12. T.R.S.O.T.W. 00:58  
13. When God Died 02:39  
14. Profane 05:12  
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Lustful - Profane

Notas:
Original de Belo Horizonte, Minas Gerais, o LUSTFUL foi formado em 1991. Após vários shows e o registro de três demo-tapes - Pray To The Lustful God (1992), Heaven Burns (1993) e No Sense (1994) - a banda assina com a Cogumelo Records e, em 1995, lança seu debut album: The Almighty Facets.
Em 2001 o LUSTFUL faz parte a coletânea “Tribute to Sarcófago” com uma versão para o clássico “Nightmare”, lançado também pela Cogumelo. Além de Freddy De Marco (G) e Rodrigo de Carya (V), ambos da formação original, a atual line up conta com, Márcio Siqueira (D - 2007) e Andrews Cross (B - 2008).
Com uma ideologia sexista e explícita a banda traz em sua bagagem altos níveis de profanação sonora, aliando a brutalidade e crueldade do Death Metal oitentista com a técnica e velocidade do metal extremo dos anos noventa.
Em dezembro de 2007 o LUSTFUL lançou o álbum "PROFANE".
PROFANE é um álbum polêmico e ousado. Sua temática questiona os atos religiosos da humanidade e a ignorância das pessoas ao abraçarem crenças fascistas e milionárias impostas pelas igrejas. A blasfêmia e a revolta pelo genocídio mental vendido pelo domínio religioso, com todas as suas sandices e dogmas, fazem de PROFANE um álbum obscuro e pervertido, com inclusões sarcásticas e severas no mundo da luxúria e demência da dita moralista humanidade. Pela crueldade, ousadia e realismo de seu conteúdo.



Lustful - The Almighty Facets - 1995

Banda: Lustful
Album: The Almighty Facets
Ano: 1995
Genero: Death Metal
Local: Belo Horizonte, Minas Gerais - Brasil
Site: www.facebook.com/pages/Lustful/184985924885412

Membros:
Freddy de Marco Guitars, Vocals (backing)
Rodrigo de Carya Vocals
Richard Drumond Bass
Bruno Amarante Drums
Renato Amarante Guitars

Faixas:
1. No Sense
2. Traumatic Evolution
3. Unholy Lust
4. Dark Tears
5. The Drunk
6. Pride and Fear
7. Sadomasochism
8. The Drugs Insanity
9. Pray to the Lustful God
10. Buried Alive
11. Maniac Blemish
12. Spreading Lies
13. Seven Almighty Faces

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Lustful - The Almighty Facets

Notas:
Original de Belo Horizonte, Minas Gerais, o LUSTFUL foi formado em 1991. Após vários shows e o registro de três demo-tapes - Pray To The Lustful God (1992), Heaven Burns (1993) e No Sense (1994) - a banda assina com a Cogumelo Records e, em 1995, lança seu debut album: The Almighty Facets.
Em 2001 o LUSTFUL faz parte a coletânea “Tribute to Sarcófago” com uma versão para o clássico “Nightmare”, lançado também pela Cogumelo. Além de Freddy De Marco (G) e Rodrigo de Carya (V), ambos da formação original, a atual line up conta com, Márcio Siqueira (D - 2007) e Andrews Cross (B - 2008).
Com uma ideologia sexista e explícita a banda traz em sua bagagem altos níveis de profanação sonora, aliando a brutalidade e crueldade do Death Metal oitentista com a técnica e velocidade do metal extremo dos anos noventa.
Em dezembro de 2007 o LUSTFUL lançou o álbum "PROFANE". PROFANE é um álbum polêmico e ousado. Sua temática questiona os atos religiosos da humanidade e a ignorância das pessoas ao abraçarem crenças fascistas e milionárias impostas pelas igrejas. A blasfêmia e a revolta pelo genocídio mental vendido pelo domínio religioso, com todas as suas sandices e dogmas, fazem de PROFANE um álbum obscuro e pervertido, com inclusões sarcásticas e severas no mundo da luxúria e demência da dita moralista humanidade. Pela crueldade, ousadia e realismo de seu conteúdo.


Flagelador - Obcecado por Sangue - 2009

BANDA: Flageladör
ALBUM: Obcecado por Sangue 
Origem : Niterói, Rio de Janeiro
Genero : Thrash/Speed Metal
Ano : 2009
Site: www.myspace.com/flagelador666
E-mail: flagelador666@bol.com.br

MEMBROS:
Armando Exekutor Vocals, Guitars
Vinícius Selvagem Bass
A. Iron Fist Drums

Faixas:
1. Obcecado por Sangue 04:01
2. Possessão Diabólica 04:08
3. Ao Vivo no Inferno 04:16
4. Cavaleiro Nuclear 04:13
5. Lançado às Chamas 04:21
6. Render-se Jamais 04:12
7. Massacre Bestial 04:27
8. A Maldição de Anúbis 03:42

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Flagelador - Obcecado por Sangue

Notas:
Dark Sun – Nac.
Após o lançamento do ótimo primeiro álbum, “A Noite do Ceifador” (2006), a banda carioca Flageladör chega ao seu segundo full lenght, “Obcecado por Sangue”, que continua a saga do Metal cantado em português feito pela banda. Com uma gravação um pouco abafada, e que deu um ‘charme’ todo especial a esse lançamento, a banda destila oito petardos musicais totalmente fiéis ao estilo ‘old school’ do Heavy Metal.
O Flageladör sempre foi conhecido por toda a influência do Motörhead, a qual carregava em sua sonoridade, mas esse segundo álbum da banda, apesar de ainda trazer alguns resquícios dos ingleses, foi além dessa influência. E isso já começa com a maravilhosa faixa-título e suas fortes linhas de baixo, a cargo de V. Selvagem.
E o baixista fez jus ao seu pseudônimo, fazendo agressivas e selvagens bases, com o baixo pulsando o tempo todo.
Esse disco é aquele típico álbum que faz o ouvinte aumentar o som e bater cabeça como um louco! Não há como ficar inerte a temas como “Possessão Diabólica” e “Lançado às Chamas”, para citar apenas duas. 
Os vocais semi-roucos de A. Exekutör (também responsável pelas guitarras) casam bem com a sonoridade proposta pela banda, bem como com as letras, já que cantar Heavy Metal em português não é nada fácil. 
O som da banda transita entre o Speed e o Thrash Metal, porém carregado de forte influência do Heavy Metal feito por bandas da NWOBHM, inclusive “Render-se Jamais” tem riffs iniciais que remetem de cara aos primórdios do Iron Maiden, mais precisamente à música “Transylvania”, de seu primeiro álbum. 
Enfim, um álbum que agradará aos fãs mais ortodoxos do Heavy Metal, afinal o álbum traz muita influência das bandas pioneiras, inclusive com alguns traços de bandas da década de 70, tanto em alguns andamentos, como em alguns solos das músicas. Caso eu fosse dar nota a esse lançamento, não seria menor do que 10!



Songe d'Enfer - My Visions In the Forest - 1995

BANDA: Songe d'Enfer
Album: My Visions In the Forest 
Ano: 1995
Gênero: Black Metal
Localidade (Rio de Janeiro)

MEMBROS:
Fog - Vocals, Guitars
Lechis - Bass
Reston - Drums
Hashcloud - Keyboards

FAIXAS
1. Et Vidit Quod Esset Bonum... (Sublime Blasphemy) 05:32
2. My Lady Princess of Hell (Conjuration to Gordon) 05:35
3. My Visions In The Forest 08:00
Total playing time 19:07

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Songe d'Enfer - My Visions In the Forest





sábado, 20 de dezembro de 2014

COLDBLOOD - Chronology of Satanic Events - 2013

BANDA: COLDBLOOD
ALBUM: Chronology of Satanic Events
ANO: 2013
LOCAL: HELL DE JANEIRO
GÊNERO: DEATH BLACK METAL
www.facebook.com/markuseflavia

MEMBROS:
M. Kult Drums, Vocals (additional) on tracks 5,9
Artur Círio Guitars (lead)
D. Arawn Guitars, Vocals, Bass, Lyrics

FAIXAS:
1. Anti-Christian Neo-Sectarianism 05:20  
2. Cross Inversion 03:45  
3. Anthropomorphic Idolatry 03:10  
4. Kristophobia 02:33  
5. Insignia of Abba 03:16  
6. Hell Transcendental 02:57  
7. Metastasis (Christ) 03:43  
8. Avoid Jehovah 01:41  
9. Evil Icon 03:14  
10. Chronology of Satanic Events 06:00  

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COLDBLOOD - Chronology of Satanic Events

NOTAS:
Um álbum calculadamente bem feito, com composições consistentes que mantém a chama do Death Metal da banda acesa e ainda mais brutal.
Desde os riffs apocalípticos de Artur Cirio e do também vocalista D. Arawnn (que gravou o baixo no álbum), passando pela bateria infernal de Mkult, o som do grupo se mostra coeso e de muito bom gosto, sendo que a agressividade não para em nenhum momento sequer. Lembrando que Franc Schönmann gravou o baixo nas faixas Insignia of Abba e Avoid Jehovah.

Durante toda a audição de “Chronology of Satanic Events” o ouvinte sente uma aura obscura, vindo direto do inferno e sem precedentes. Tudo isso com os ótimos vocais de D. Arawnn que vocifera letras anticristãs e satânicas às vezes sendo auxiliado por rasgados backing vocals de Mkult.

Destaco as faixas Cross Inversion, Metastasis (Christ) e a faixa título que servem de exemplo exato da fúria da banda. Uma produção mais límpida ganharia ainda mais pontos para a sonoridade do álbum, mas nada que tire o brilho do lançamento. Mais um grande registro do Death Metal nacional.


Mausoleum - 10 Anos De Bestial Massacre - 2004 - REUPADO

BANDA: Mausoleum 
ALBUM: 10 Anos De Bestial Massacre
ANO: 2004
LOCAL: SÃO PAULO - SP
GÊNERO: DEATH BLACK METAL

MEMBROS:
Douglas - Guitar
Marta Blasphemer - Drums
Von Labarthe - Bass 
Mário Cerberus - Guitar
Jhair "Tormentor" Carvalho - Vocals 

FAIXAS:
1.Irmandade Obscura (03:03)
2.Litania A Pã Soberbo (05:23)
3.Culto A Licantropia (03:36)
4.Adoração Ao Negro Bode (04:53)
5.Incandescente Dominio (05:16)
6.O Retorno A Batalha (07:17)
7.Total Destruição [Vulcano Cover] (03:23)
8.Witche's Sabbath [Vulcano Cover] (02:23)

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Mausoleum - 10 Anos De Bestial Massacre
NOTAS:
A horda Mausoleum comemora 10 anos de sangrenta batalhas e lançou seu debut LP (vinil) "10 Anos de Bestial Massacre", contendo 6 hinos de pura invocação a guerra e louvor ao paganismo e duas covers da lendária banda "Vulcano".

LIMITADO EM 350 CÓPIAS NUMERADAS A MÃO
APENAS EM VINIL

Angra - Secret Garden - 2015

BANDA: ANGRA
ALBUM: Secret Garden
ANO: 2015
LOCAL: SÃO PAULO - BRASIL
GENERO: Power/Progressive Metal
Site: www.facebook.com/angraofficial

Formação:
Rafael Bittencourt Guitars, Vocals (backing)
Bruno Valverde Drums
Fabio Lione Vocals
Felipe Andreoli Bass, Vocals (backing)
Kiko Loureiro Guitars, Vocals (backing)

FAIXAS:
1. Newborn Me 06:13  
2. Black Hearted Soul 04:48  
3. Final Light 04:24  
4. Storm of Emotions 04:56  
5. Violet Sky 04:48  
6. Secret Garden 04:03  
7. Upper Levels 06:28  
8. Crushing Room 05:07   
9. Perfect Symmetry 04:22  
10. Silent Call 03:48  
  48:57

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ANGRA - Secret Garden - 2015
www.4shared.com/rar/-aNmKSV6ba/2015_-_Angra_-_Secret_Gardenne.html?


NOTAS:
Após o intervalo de quatro anos sem lançar material inédito, o Angra está de volta, e dessa vez mais forte do que nunca, provando que ainda pode ser uma das bandas guardiãs do Metal Tupiniquim por vários anos.
Newborn Me - Bem diferente do Angra que conhecíamos, com uma pegada bem mais prog do que power, diria eu que com uma certa influência do Dream Theater. Destaque pro lindo solo do Kiko.

Black Hearted Soul - O bom e conhecido "Metal castelinho", o que não impede de ser uma grande música. Se nos restringirmos ao catálogo do Angra, é algo similar a Z.I.T.O. Uma das músicas que evoca a "velha essência" da banda, que muitos diziam que estaria em falta no disco.

Final Light - Outra música com a faceta mais conhecida do Angra, ainda que tenha uma pegada meio prog, como o sintetizador e a bateria. Mostra aos fãs como o Lione pode ser aproveitado na banda. Possui um refrão "cantem comigo" que pode funcionar muito bem ao vivo.

Storm of Emotions - Excelente balada, mostrando a versatilidade dos instrumentistas, e, sobretudo, do Lione, que dá um show à parte nessa música. Ponto negativo nela é que a entrada repentina do Rafael rompe a atmosfera da música, mas é uma ótima escolha pro tracklist.

Violet Sky - Totalmente inovadora, quanto ao Angra. Difícil até ser caracterizada como música da banda, se tivermos em mente o que já fizeram. Mostra todo o talento do Bruno, toda a genialidade do Rafael (tanto como vocal quanto instrumentista). Uma música que sempre irá surpreender quem a ouve por conta do tempo "quebrado". Mostra como a banda ainda é capaz de se reinventar.

Secret Garden - Faixa-título, algo surpreendente. Linda balada, muito bom refrão. Mais uma vez mostrando que o Angra mudou, e que mudanças nem sempre são ruins. Não dava pra esperar menos de uma música que tem a Simone Simmons como participação.

Upper Levels - Uma das melhores do disco, senão a melhor. Totalmente prog, com uma intro que pode até lembrar "Take the Time" (Dream Theater). Mostra toda a técnica da banda e todo o potencial vocal do Lione. Também não deixa de mostrar o "fator Angra" no fim da música. Provavelmente uma que entrará pro setlist da banda.

Crushing Room - Lindo dueto entre Bittencourt e Doro Pesch, onde cada um soube respeitar o espaço alheio, o que resultou em uma das melhores baladas da banda. Lindos arranjos vocais e instrumentais.

Perfect Symmetry - Mais uma vez traz o "velho Angra" de volta à vida. Se pensarmos em arranjamento / tempo, algo similar à Running Alone. Outra que pode ser muito bem aproveitada pela banda.

Silent Call - Balada acústica, que pode até lembrar "Forgotten Land" (Almah), que nos mostra que Angra consegue fazer coisas muito boas com ideias simples, e também que Rafael é muito bom como vocal, mesmo que este não seja seu ofício.

Um dos melhores lançamentos do ano e da banda, com certeza. Vale a aquisição.

"Foram vocês que nos mandaram vários e-mails, dizendo "não importa quem tá cantando. A gente quer que vocês continuem. E foi essa força que fez a gente voltar. (....) Então, pra quem acha que o Angra devia acabar, eu gostaria de dizer que a gente tá apenas começando'".
(BITTENCOURT, Rafael).

Nota 10. CD digno de figurar no Top Five do catálogo da banda.



Nervosa – Victim Of Yourself - 2014 - REUPADO

REUPADO


domingo, 21 de setembro de 2014

GORE - Sublimes Rituales Del Mundo Bizarro - 2009

BANDA: GORE
ALBUM: Sublimes Rituales Del Mundo Bizarro 
ANO: 2009
GÊNERO: SPLATTER GORE GRIND
LOCAL: SÃO GONÇALO - RJ - BRASIL

MEMBROS:
Robot - Bass, Vocals
Vinicius MeatGrinder - Guitar
Renato - Drums

Faixas:
1 Introduchaos 0:15
2 Bizarre Island Massacre 3:04
3 Submerged In Diarrhoea 1:10
4 From Deep Obscurity 2:09
5 Oral Sex With Decapited Female Her 1:53
6 Flesh Meat To Cannibal Gods 1:42
7 Return Of The Reaper 3:10
8 Scream Baby, Scream 1:14
9 The Tool Box Murder's 2:27
10 Bondage Fantasy Mission 2:04
11 Coprophagistic Practs 2:51
12 Through Suffering 1:07
13 The House Of Dark Dreams 2:31
14 Sickness Report 1:48
15 Untitled


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GORE - Sublimes rituales del mundo bizarro - 2009
NOTAS:
PORRADARIA ROLA SOLTA AI NESSE BOLACHÃO.. SAIU SOMENTE EM VINYL 10"
ALTAMENTE RECOMENDÁVEL
DO COMEÇO AO FIM...
ISSO SIM É GORE!!!

CURIOSIDADES:
-APÓS O ENVIO DA ARTE, O EDITOR QUE COLOCOU OS NOMES DAS FAIXAS E O TITULO DO ALBUM COMETEU UM ERRO DE GRAFIA, ELE ESCREVEU NA CAPA Sulimes rituales del mundo bizarro
ENGOLINDO A LETRA "B" DA PALAVRA SUBLIMES.
-GRAVADO EM JUNHO/AGOSTO DE 1999, MAS LANÇADO SOMENTE EM 2009 NO FORMATO VINYL 10"
-ESSE MATERIAL SAIU INTEIRO EM CD NA COMPILAÇÃO  ‎– In Sickness Intent



Nocturnal Worshipper - The Return of the Southern Tyrants - REUPADO

BANDA: Nocturnal Worshipper
ALBUM: The Return of the Southern Tyrants
ANO: 2001
GÊNERO: BLACK METAL
LOCAL: RIO DE JANEIRO

MEMBROS:
Thuringwithal : Vocals
Hofgodhar : Bass
Kataris : Guitars
Radagast : Drums
Amazarak : Guitars

FAIXAS:
1. Ave Satani 02:15
2. Cold Mist Of Funeral Empire 07:07
3. Prince Of Death 08:09
4. A Tomb In The Satanist Hill 08:06
5. Fury Of Demoniac Harvest 05:53
6. Ancient Flames Of Darkness 08:56
7. The Altar 02:01

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Nocturnal Worshipper - The Return of the Southern Tyrants - 2001

Notas:
Produzido por Carlos vandalo do dorsal atlântica.
Banda que representou o black metal no começo da cena brasileiras.
Notas traduzidas ao pé da letra:
NOTAS:
Quando The Return of the Southern Tyrants cerca de cinco anos tarde demais para ser chamado influente ou pioneiro em 2001 Apesar de duas dessas faixas também foram registrados para diferentes versões sobre a demo '94. Nocturnal Adorador foram uma década de noventa brasileiros banda de black metal que iria colocar para fora dois lançamentos. Isso inclui EP de um mid-90 que foi inspirado por Celtic Frost, Bathory, Venom e outra tripulação de mau gosto. Embora, tenha em mente que este estava com um totalmente diferente line-up. O baixista é o único membro original remanescente, enquanto a canção escritor e vocalista / guitarrista e baterista iria sair da empresa e entrar em diversas bandas. 

Eu posso ouvir muitas influências de Mayhem De Mysteriis Dom Sathanas e Darkthrone de Under a Funeral lua. Não porque eu não posso chegar a uma melhor comparação, mas as influências do noroeste são um pouco mais forefronting de outras bandas, a este respeito. Este vem com alguns riffs semelhantes chegando quase diretamente do lado do Mayhem e Darkthrone lado, e os vocais e alguns abastecimentos de tambor vindo de um lado inspirado Darkthrone também. Por exemplo, o início da faixa 'Prince of Death' usa dedilha idênticos desde o início do congelamento da Lua Mayhem; bem como a abertura de "A Tumba do satanista Hill 'usa estruturação idêntica como o abridor de Nevoeiro Funeral do Mayhem. Caso contrário, quando Nocturnal Adorador joga-los por isso utiliza diferentes riffs e momentos. E esses rolos de laço particulares que Fenriz fez sobre primeiros lançamentos são usadas em abundância durante seções mais rápidas. No entanto, por conta própria, ele usa alguns contrabaixo galopante em algumas das secções mais lentas e pega-se com explosões mais leves e mais alto, rolos de laço mais proeminentes. 'Chamas antigas do Darkness' usa uma mais Burzum abridor inspirado com guitarras em camadas e é mais sonoridade melódica. A primeira e última faixa são levados diretamente, recortado e colado é mais parecido com ele, desde o compositor Jerry Goldsmith The Omen marcar bem. Sim, os assustadores com uma orquestra dramática e um escuro soando coro Latina. 

Um trabalho de que a produção não deve importar para um grupo visando atingir o terreno frio do início dos anos 90 Black Metal norueguês. Um lugar onde mais de dois microfones é demais. Embora esta versão foi gravada em um estúdio. Eles foram para um som mais alto, mas mais crua: o tom das guitarras é maxed em agudos, mas não piercing agudos; os tambores são espaçadas e microphoned; enquanto os vocais são transmitidos overtop com grandes quantidades de reverb e algum atraso. Esta é definitivamente uma gravação mais audível dentro do gênero. 

Com exceção da intro e outro, a maioria das faixas são decentemente longa. Estes desempenham black metal em camadas até o fim, sem teclados ou quebras com acústicas, ritmos folk. Há quantidades profusas de tremolo estilo riffs simplistas. No entanto, acho que as guitarras justo melhor quando mid-paced. Porque parece que quando se joga mais rápido eles levam técnicas nórdicos característicos e 'Jimmy' deles. Gosto de como você iria pegar um bloqueio e se sentir em torno de o que funciona. Porém, existem alguns pequenos solos de metal tradicionais puras escalados durante a música, que pode ser mais de uma surpresa. Mesmo usando um dedo abrupta aproveitado parte em 'Chamas antigos das Trevas ", quando o resto da música pára. Definitivamente, uma característica se destaca é o vocalista parece ser do sexo feminino, que se você não olhar para as imagens ao vivo da banda, você pode não ser capaz de dizer. No entanto, ela usa duras, grosas quase squawky diretamente de uma garganta áspera e tensa e com abundância de efeitos semelhantes a cavernas sobre eles também. Além de alguns gritos e grunhidos upstarting. 

O ritmo de O Retorno não é tudo rápido, há uma boa quantidade de seções mid-passeado por toda ela. Embora, esta saída caminha sobre uma linha fina com características técnicas que foram jogados antes. Eu acho que eles têm alguns momentos dentro desta. Mas é algo a considerar se você estiver indo para tentar controlar isto. Se você está procurando por algo que é completamente diferente, então você pode querer reconsiderar. Mas se você está apenas à procura de um álbum que joga na mesma homenagem, mas não exatamente muck-lo. Em seguida, a liberação de Adorador noturna de The Return of the Southern Tyrants é trazido para a mesa para o faminto, e não tanto quanto o integral, que pode dar uma passagem saudação graças-mas-não-graças.