domingo, 11 de janeiro de 2015

Lustful - Profane - 2007

Banda: Lustful
Album: Profane
Ano: 2007
Genero: Death Metal
Local: Belo Horizonte, Minas Gerais - Brasil
Site: www.facebook.com/pages/Lustful/184985924885412

Membros:
Márcio Siqueira Drums
Freddy de Marco Guitars
Rodrigo de Carya Vocals
Fernando Fernández (R.I.P. 2009) Guitars
Josias Rodrigues Bass

Faixas:
1. The Dogma Child 03:51  
2. The Chosen One 03:07  
3. Beyond Your Lies 03:07  
4. Hall Of Tormented Souls 02:32  
5. Mother Beast 02:45  
6. Cruelty 02:07  
7. Sadomasochism XXI 02:49  
8. Masquerade In Hell 03:54  
9. Fetish 00:41  
10. Killing Whispers 02:02  
11. The Existence Of God's Curse 02:56  
12. T.R.S.O.T.W. 00:58  
13. When God Died 02:39  
14. Profane 05:12  
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Lustful - Profane

Notas:
Original de Belo Horizonte, Minas Gerais, o LUSTFUL foi formado em 1991. Após vários shows e o registro de três demo-tapes - Pray To The Lustful God (1992), Heaven Burns (1993) e No Sense (1994) - a banda assina com a Cogumelo Records e, em 1995, lança seu debut album: The Almighty Facets.
Em 2001 o LUSTFUL faz parte a coletânea “Tribute to Sarcófago” com uma versão para o clássico “Nightmare”, lançado também pela Cogumelo. Além de Freddy De Marco (G) e Rodrigo de Carya (V), ambos da formação original, a atual line up conta com, Márcio Siqueira (D - 2007) e Andrews Cross (B - 2008).
Com uma ideologia sexista e explícita a banda traz em sua bagagem altos níveis de profanação sonora, aliando a brutalidade e crueldade do Death Metal oitentista com a técnica e velocidade do metal extremo dos anos noventa.
Em dezembro de 2007 o LUSTFUL lançou o álbum "PROFANE".
PROFANE é um álbum polêmico e ousado. Sua temática questiona os atos religiosos da humanidade e a ignorância das pessoas ao abraçarem crenças fascistas e milionárias impostas pelas igrejas. A blasfêmia e a revolta pelo genocídio mental vendido pelo domínio religioso, com todas as suas sandices e dogmas, fazem de PROFANE um álbum obscuro e pervertido, com inclusões sarcásticas e severas no mundo da luxúria e demência da dita moralista humanidade. Pela crueldade, ousadia e realismo de seu conteúdo.



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